Configurando hosts virtual no Apache no Ubuntu 18.04

Introdução

O servidor web Apache é a forma mais popular de servir conteúdo web na Internet.
Ele representa mais da metade de todos os websites ativos na Internet e é extremamente poderoso e flexível.

O Apache divide suas funcionalidades e componentes em unidades individuais que podem ser personalizadas e configuradas independentemente. A unidade básica que descreve um determinado site ou um domínio é chamada virtual host.

Essas denominações permitem ao administrador utilizar um servidor para hospedar múltiplos sites e domínios a partir de uma simples interface ou IP através da utilização do mecanismo de correspondência . Isto é relevante para quem quer hospedar mais de um site em um único VPS (Virtual Private Server).

Cada domínio que esteja configurado irá direcionar o visitante para um diretório específico que mantém as informações daquele site, nunca indicando que o mesmo servidor também é responsável por outros sites. Este esquema é expansível sem qualquer limite de software desde que seu servidor possa suportar a carga.

Neste guia, vamos orientá-lo sobre como configurar Apache virtual hosts em um VPS Ubuntu 16.04. Durante este processo, você aprenderá como servir diferentes conteúdos para diferentes visitantes dependendo de qual domínio eles estão requisitando.

Pré-requisitos

Antes de você começar este tutorial, você deve criar um usuário não-root conforme descrito nos passos 1-4 aqui.

Você também precisará ter o Apache instalado a fim de trabalhar com estes passos. Se você não tiver feito isto, você poderá ter o Apache instalado em seu servidor através do apt-get:

sudo apt-get update
sudo apt-get install apache2
sudo apt-get install mysql-server
sudo apt-get install phpmyadmin

Após a conclusão dessas etapas, podemos começar.

Para os objetivos deste guia, nossa configuração fará um virtual host para teste.com e outro para teste2.com. Estes serão referenciados ao longo do guia, mas você deve substituir seus próprios domínios ou valores enquanto acompanha.

Iremos mostrar como editar seu arquivo hosts local posteriormente, para testar a configuração, se você estiver usando valores fictícios. Isto o permitirá testar sua configuração pelo seu computador doméstico, mesmo que seu conteúdo não esteja disponível através do nome de domínio para outros visitantes.

Passo um – Criar a estrutura de diretórios

O primeiro passo que vamos tomar é criar uma estrutura de diretórios que irá armazenar os dados do site que estará servindo aos visitantes.

Nosso document root (o diretório de nível superior que o Apache olha para encontrar o conteúdo para servir) será definido para diretórios individuais sob o diretório /var/www. Vamos criar um diretório aqui para ambos os virtual hosts que estamos planejando fazer.

Dentro de cada um desses diretórios, vamos criar o diretório teste que irá manter nossos arquivos reais. Isto nos dá certa flexibilidade em nossa hospedagem.

Por exemplo, para nossos sites, nós vamos criar nossos diretórios assim:

sudo mkdir -p /var/www/teste
sudo mkdir -p /var/www/teste2

Passo Dois – Conceder Permissões

Agora temos a estrutura de diretórios para nossos arquivos, mas eles são de propriedade de nosso usuário root. Se quisermos que nosso usuário regular esteja apto a modificar arquivos em nossos diretórios web, podemos alterar o proprietário fazendo isto:

sudo chmod  -R  777   /var/www/teste

sudo chmod  -R  777   /var/www/teste2

Passo Três – Criar as Páginas Demo para cada Virtual Host

Temos nossa estrutura de diretório no lugar. Vamos criar algum conteúdo para servir.

Vamos fazer apenas uma demonstração, assim nossas páginas serão bastante simples. Vamos apenas fazer uma página index.html para cada site.

Vamos começar com teste.com. Podemos abrir um arquivo index.html em nosso editor digitando:

nano /var/www/teste/index.html

Nesse arquivo, crie um documento HTML simples que indica o site que está conectado. Meu arquivo se parece com isso:

/var/www/teste/index.html
<html>
  <head>
    <title>BEM VINDO!</title>
  </head>
  <body>
    <h1>TESTE REALIZADO COM SUCESSO!</h1>
  </body>
</html>

Salve e feche o arquivo quando terminar.

Podemos copiar este arquivo para usá-lo como base para nosso segundo site digitando:

cp /var/www/teste/index.html     /var/www/teste2/index.html

Podemos, então, abrir o arquivo e modificar as informações pertinentes:

nano /var/www/teste2/index.html

/var/www/teste2/index.html
<html>
  <head>
    <title>BEM VINDO!</title>
  </head>
  <body>
    <h1>TESTE2 REALIZADO COM SUCESSO!</h1>
  </body>
</html>

Salve e feche o arquivo também. Agora você tem as páginas necessárias para testar a configuração de virtual host.

Passo Quatro – Criar novos arquivos de Virtual Hosts

Arquivos de virtual host são arquivos que especificam a configuração real do nosso virtual host e determina como o servidor web Apache irá responder às várias requisições de domínio.

O Apache vem com um arquivo padrão de virtual host chamado 000-default.conf que podemos usar como ponto de partida. Vamos copiá-lo para criar um arquivo de virtual host para cada um de nossos domínios.

Vamos começar com um domínio, configurá-lo, copiá-lo para nosso segundo domínio, e então fazer os pequenos ajustes necessários. A configuração padrão do Ubuntu requer que cada arquivo de virtual host termine em .conf.

Crie o primeiro arquivo de Virtual Host

Comece copiando o arquivo para o primeiro domínio:

sudo cp /etc/apache2/sites-available/000-default.conf /etc/apache2/sites-available/teste.conf

Abra o novo arquivo em seu editor com privilégios de root:

sudo nano /etc/apache2/sites-available/teste.conf

O arquivo será algo parecido com isso (eu removi os comentários aqui para tornar o arquivo mais legível):

/etc/apache2/sites-available/teste.conf

 

<VirtualHost *:80>
ServerAdmin suporte@tecsysteminformatica.com
ServerName teste.com
ServerAlias www.teste.com
DocumentRoot /var/www/teste
ErrorLog ${APACHE_LOG_DIR}/error.log
CustomLog ${APACHE_LOG_DIR}/access.log combined

<Directory /var/www/teste>
Options Indexes FollowSymLinks MultiViews
AllowOverride All
Order allow,deny
allow from all
</Directory>

</VirtualHost>

As configurações do primeiro dominio esta quase pronta, mas primeiro vamos configuara o segundo dominio , para habilitalos .

Agora que temos nosso primeiro arquivo de virtual host criado, podemos criar nosso segundo copiando esse arquivo e ajustando-o conforme necessário.

Agora você precisa modificar todas as informações pertinentes para referenciar seu segundo domínio. Quando terminar, ele será algo parecido com isto:

/etc/apache2/sites-available/teste2.conf

<VirtualHost *:80>
ServerAdmin suporte@tecsysteminformatica.com
ServerName teste.com
ServerAlias www.teste.com
DocumentRoot /var/www/teste
ErrorLog ${APACHE_LOG_DIR}/error.log
CustomLog ${APACHE_LOG_DIR}/access.log combined

<Directory /var/www/teste>
Options Indexes FollowSymLinks MultiViews
AllowOverride All
Order allow,deny
allow from all
</Directory>

</VirtualHost>

Salve e feche o arquivo quando terminar.

Passo Cinco – Ativar os novos arquivos de Virtual Host

Agora que criamos nossos arquivos de virtual host, devemos ativá-los. O Apache inclui algumas ferramentas que nos permitem fazer isto.

Podemos utilizar a ferramenta a2ensite para ativar cada um de nossos sites assim:

sudo a2ensite teste.conf

sudo a2ensite teste2.conf

Depois, desabilite o site padrão definido em 000-default.conf:

sudo a2dissite 000-default.conf

Quando terminar, você precisará reiniciar o Apache para fazer com que estas alterações tenham efeito:

sudo systemctl restart apache2

Em outras documentações, você também poderá ver um exemplo usando o comando service:

Antes de reiniciar o Apache Adicione o seguimte usuario para que possa subir imagens e alteras arquivos via web:

chown  -R  www-data:www-data  /var/www/teste

chown  -R  www-data:www-data  /var/www/teste2

 

sudo service apache2 restart

Esse comando ainda funcionará, mas pode não dar a saída que você está acostumado a ver em outros sistemas, uma vez que agora ele é vinculado ao comando systemctl do systemd.

Tambem precisamos alteras o arquivo hosts

sudo nano /etc/hosts

Se você estiver em uma máquina Windows, você poderá encontrar instruções para alteração do seu arquivo hosts aqui.

Os detalhes que você precisa adicionar são o endereço IP público do seu servidor VPS seguido pelo domínio que você quer usar para alcançar esse VPS.

Para os domínios que eu utilizei neste guia, assumindo que o endereço IP do meu servidor VPS é 111.111.111.111, eu poderia adicionar as seguintes linhas no final do meu arquivo hosts:

/etc/hosts
127.0.0.1   localhost
127.0.1.1   guest-desktop
111.111.111.111 example.com
111.111.111.111 test.com

Isso irá direcionar quaisquer requisições para teste.com e teste2.com em nosso computador e enviá-las para nosso servidor em 111.111.111.111. Isso é o que queremos se não somos na verdade os proprietários desses domínios, de forma a testar nossos virtual hosts.

Salve e feche o arquivo.

Passo Sete – Teste seus resultados

Agora que você tem seus virtual hosts configurados, você pode testar sua configuração facilmente indo para os domínios que você configurou em seu navegador web:

http://teste.com

Você deve ver uma página parecida com esta:

TESTE REALIZADO COM SUCESSO!

 

Da mesma forma, você puder visitar sua segunda página:

TESTE2 REALIZADO COM SUCESSO!

 

http://teste2.com

Você verá o arquivo que você criou para seu segundo site:

 

Se ambos os sites funcionaram bem, você configurou com sucesso dois virtual hosts no mesmo servidor.

Se você ajustou o arquivo hosts do seu computador doméstico, você pode querer apagar as linhas que você adicionou, agora que você verificou que a sua configuração funciona. Isto irá evitar que seu arquivo hosts fique cheio de entradas que não são realmente necessárias.

Observaço: Para acessa localmente e so digitar no navegador:  127.0.0.1/teste ou teste2

 

 

Por Paulo Pereira
E-mail: paulo@tecsysteminformatica.com

Como usar o ITAU pelo Linux sem instalar o Guardião?


user agente linux nao usar o guardiao no itau

A maioria dos bancos hoje em dia te obrigam a instalar algum software proprietário para conseguir acessar o banco pela internet, como é o caso do ITAU.Se você tentar acessar o ITAU pela internet via Linux, ele irá informar que você é obrigado a instalar um software deles e irá te dar a opção de fazer o Download de um arquivo chamado warsaw.deb para instalação em Debian-Baseds.

Então basta fazer o Download e instalar o aplicativo do Guardião?

Sim, caso você utilize alguma distribuição Debian-Based, como Ubuntu, Mint, Elementary etc. Mas nem todo mundo se sente confortável instalando um aplicativo de terceiros sem saber qual é a origem dele e quais riscos ele representa para o seu sistema.

O Warsaw ou Guardião 30 horas do ITAU é fornecido pela Gas Tecnologia, a mesma por trás de praticamente 90% dos aplicativos Web dos bancos atualmente.

O grande problema é que não é de hoje que os usuários relatam um comportamento estranho deste aplicativo e a sua maneira intrusiva de se alocar no seu PC. No caso do Windows, após ser instalado, é uma verdadeira tortura conseguir desinstalá-lo de vez, pois ele se espalha e mantem arquivos ocultos por todo o sistema, sendo inclusive comparado com um Malware ou Vírus tamanha a intromissão ao acessar vários arquivos de Administrador e não permitir a sua remoção completa caso o usuário por assim deseje seguir.

guardiao itau obriga instalacao

Se você tentar acessar o banco sem o Guardião instalado, receberá esta página pedindo para que você instale ele.

Um software que não é amigável para ser removido não parece ser muito confiável, não é?

Sim, isso deixa claro o quão mal-intencionado um software proprietário de monitoramento pode ser. Além disso é possível encontrar vários relatos de usuários que observaram o comportamento do Guardião e descobriram que ele permanece ativo a maior parte, senão todo o tempo enquanto você utiliza o seu computador, mesmo que não esteja na página do Banco.

Ele roda em background gastando os recursos do seu computador, como memória e processamento. Além de monitorar todo o seu tráfego Web verificando tudo o que entra e sai pelas portas da sua conexão. Inclusive há alguns meses atrás este mesmo aplicativo bloqueava algumas portas dos usuários fazendo com que a conexão com a internet ficasse lenta ou inoperante, mostrando o quão longe vai o alcance de acesso do aplicativo no seu sistema.

A justificativa para isto é que como ele é um software de “segurança”, ele fica o tempo todo varrendo o seu computador e conexões para impedir que alguém invada a sua conexão, rastreie o que você digita no teclado ou consiga te mandar uma página falsa do banco, por exemplo. Seria algo como: “Nós te espionamos, mas fazemos isso para garantir que nenhum outro faça.”

Como fazer para usar o ITAU sem instalar esse tal de Warsaw?

Caso você decida não utilizar o Guardião ou sua distribuição Linux não suporta o pacote .deb fornecido, você pode seguir o seguinte procedimento para acessar a sua conta do banco.

Pelo Firefox instale o complemento User Agent:

https://addons.mozilla.org/pt-BR/firefox/addon/user-agent-overrider/

O que é o User Agent Overrider?

O User-Agent é um complemento para o Firefox que consegue “enganar” o site que ele visita, fingindo ser um outro navegador. Ele não é um “burlador” de nada, ele apenas é uma mão na roda para Web-Designers que precisam testar um site por exemplo. Ao invés de ter que possuir um iPhone, iPad, Android, PC, Mac e neles todos os navegadores, como: Opera, Chrome, Firefox, Internet Explorer, Safari etc. Você simplesmente abre o site e usa o User-Agent para testar esse site fingindo ser um Internet Explorer no Windows, um Safari no iPad etc.

Mas nós vamos aproveitar esta funcionalidade para conseguir acessar o ITAU sem ter que instalar o Guardião 30 horas.

Depois de instalado o complemento pro Firefox, clique no símbolo dele e depois em “Preferences…”

O que é o User Agent Overrider?

O User-Agent é um complemento para o Firefox que consegue “enganar” o site que ele visita, fingindo ser um outro navegador. Ele não é um “burlador” de nada, ele apenas é uma mão na roda para Web-Designers que precisam testar um site por exemplo. Ao invés de ter que possuir um iPhone, iPad, Android, PC, Mac e neles todos os navegadores, como: Opera, Chrome, Firefox, Internet Explorer, Safari etc. Você simplesmente abre o site e usa o User-Agent para testar esse site fingindo ser um Internet Explorer no Windows, um Safari no iPad etc.

Mas nós vamos aproveitar esta funcionalidade para conseguir acessar o ITAU sem ter que instalar o Guardião 30 horas.

Depois de instalado o complemento pro Firefox, clique no símbolo dele e depois em “Preferences…”

user agente linux nao usar o guardiao no itau

Clique no símbolo do User-Agente e escolha a primeira opção: “Preferences”.

Ali você verá todos os navegadores já pré-configurados. Mas você pode adicionar os seus se quiser. Por isso você irá adicionar na última linha este código:

ITAU: Mozilla/5.0 (X11; FreeBSD OS x86_64) AppleWebKit/535.11 (KHTML, like Gecko) Ubuntu/11.10 Chromium/27.0.1453.93 Chrome/27.0.1453.93 Safari/537.36

Para isto, clique no Símbolo da Extensão, no canto direito do navegador, e em seguida escolha “Preferências…” e você irá ver esta tela abaixo, onde você irá adicionar o código acima:

 

modotexto useragent usar itau

Selecione a Opção “Modo de texto” para adicionar os dados do navegador para usar o ITAU.

E adicione o código na primeira linha, conforme abaixo:

itau guardiao usar sem warsaw

Após adicionar essa linha no User Agent, você poderá usar o ITAU sem o Guardião 30 horas.

O código que você vai colar é esse aqui:

ITAU: Mozilla/5.0 (X11; FreeBSD OS x86_64) AppleWebKit/535.11 (KHTML, like Gecko) Ubuntu/11.10 Chromium/27.0.1453.93 Chrome/27.0.1453.93 Safari/537.36

Pronto! Agora basta clicar novamente no símbolo do User-Agent e escolher a opção ITAU, que ele irá simular um navegador que não precisa do Plugin para acessar o Banco.

itau sem guardiao como faz

Pronto, basta ativar a opção ITAU sempre que precisar acessar o banco, sem usar o Guardião!

Lembre-se de sempre ativá-lo quando for usar o banco e logo em seguida desativar quando não estiver usando. Como ele simula um navegador mais antigo, se você deixar ele habilitado por engano alguns sites podem não funcionar corretamente. Como o Google Drive por exemplo.


Atualização:

Como algumas pessoas tiveram problemas ou relataram o não funcionamento do User Agent Overrider, segue uma outra forma de usar o ITAU sem o Plugin do Guardião:

1 – Também usando o Firefox, instale o Plugin User Agent Switcher. O link direto para a instalação do Plugin no Firefox é este aqui: Página de Plugin do Firefox.

2 – Clique no ícone do Plugin, selecione as opções, na ordem: > Edit User Agents > New… > New User Agent e edite apenas as duas primeiras opções, como na foto abaixo:

usar itau sem instalar

DESCRIPTION: ITAU

USER AGENTE: Mozilla/5.0 (X11; FreeBSD OS x86_64) AppleWebKit/535.11 (KHTML, like Gecko) Ubuntu/11.10 Chromium/27.0.1453.93 Chrome/27.0.1453.93 Safari/537.36

Clique em Ok e a nova opção estará salva.

Para usar o ITAU sem o Guardião, agora ative o Plugin escolhendo a nova opção adicionada e logo em seguida abra uma nova aba ou janela e acesse o banco.

usar banco plugin

Lembrando a mesma dica do outro Plugin: Só use se necessário e enquanto necessário. Não é recomendado manter o Plugin ativado em outros sites, por ser uma versão incompatível com algumas novas tecnologias.

Retirado do Site: =  http://sudolinux.com.br/como-usar-o-itau-pelo-linux-sem-instalar-o-guardiao/

Lixo eletrônico

Bom dia pessoal, passei a que para Informar que:

A Tecsystem Informática recolhe lixo eletronic de sua empresa.

O descarte indevido pode gerar multas e consequentemente a degradação do meio ambiente.

Para ajudar a diminuir o descarte indevido, adotamos diversas  políticas de tratamento deste materiais, ou matéria prima.

Porque matéria prima?

Por que aproximadamente 30% destes matérias, tem uma sobre vida.

Os outros 70% e transformado em sub produtos de informática.

Por exemplo:

” Projeto de curso de robótica cria impressora 3D a partir de sucatas”

Programa é desenvolvido por ONG dentro de usina de Valparaíso de Goiás.
Professor e alunos gastaram cerca de R$ 500 para criar o 1º equipamento.

” Do G1 GO, com informações da TV Anhanguera

Segundo o professor Rafael Aguiar, foram reaproveitadas peças de computadores, como estabilizador e até parafusos, que já eram consideradas lixo. “A gente usou motores de outras impressoras ou copiadoras de grande porte, eixos, correias, e diversos outros equipamentos que já eram sucatas”, contou.

Ele explica que o projeto, que contou com a participação dos alunos, levou cerca de quatro meses para ser desenvolvido, em aulas gratuitas. “Eles aprendem alguns conceitos que a gente utiliza na montagem dos equipamentos e alguns já têm muitas aptidões para robótica, então, ajudaram em toda a montagem”, destacou Aguiar.

Quando está pronta para uso, a impressora criada pelo grupo faz réplicas de várias formas, tamanhos e cores. Os desenhos elaborados em um computador, sejam eles de animais, logomarcas ou pontos turísticos, se transformam em peças em 3D.

O diferencial, segundo Aguiar, é que os equipamentos ajudam na produção de peças para a construção de novas unidades, sendo assim, são impressoras consideradas replicáveis. “Várias peças usadas foram impressas por elas próprias, então, são de baixo custo. Por isso, um equipamento hoje no mercado pode chegar a R$ 6 mil e essas aqui saem por menos da metade desse preço”,afirmou o professor.

Os estudantes Pedro Teixeira, 18 anos, e Márcio Santos Poleto, 19, são de São Paulo e estão em Valparaíso de Goiás para fazer o curso de robótica. Depois de aprender a montar o equipamento, eles levarão os conhecimentos para criar suas próprias impressoras. “Estou muito empolgado, pois fiz o meu primeiro projeto desenhado e pude ver ele ser impresso. Achei muito bacana ”, destacou Márcio. ”

Fonte: http://g1.globo.com/goias/noticia/2015/03/projeto-escolar-cria-impressora-3d-partir-da-reciclagem-de-sucatas.html

 Outras maneiras de reaproveitar peças de computador

Placa Mãe

Retirar os componentes de uma placa mãe não é uma tarefa das mais fáceis e, com um ferro de solda isso é quase impossível. Tive que utilizar um soprador térmico para retirar as peças e, claro, como não tenho muita experiência nessa área, acabei derretendo algumas peças plásticas 😀

Olha o que consegui aproveitar de uma placa mãe:

  • Conectores USB fêmea duplos que custam até R$ 10,00 em lojas especializadas;
  • Dissipadores de calor;
  • Ventoinhas;
  • Conectores de uso geral, inclusive aquelas barras de pinos muito conhecidas por quem utiliza módulos (bricks) de Arduino (foram esses que derreteram durante a minha retirada desastrosa);
  • Suporte para bateria de 3v (CR2032);
  • Conectores SATA;
  • Conectores HDMI;
  • Conectores DB9;
  • Conectores DB25 (Porta Paralela);
  • Conectores DB15 (VGA);

Drives de CD/DVD

Nos drives de CD/DVD não há muito o que aproveitar, mas tem alguns componentes bem interessantes:

  • Motores DC;
  • Motores de Passo;
  • Engrenagens diversas;
  • Imãs de Neodímio (também conhecidos como super imãs);
  • Pequenos conectores na placa controladora.

 

Fonte ATX

A fonte ATX caso ainda esteja funcionando, pode virar uma fonte de bancada para as suas experiências, mas preste atenção à tensão e corrente enviadas pela fonte para conferir se está tudo certo. De qualquer forma, caso você precise de uma fonte simples para a sua bancada, uma fonte ATX pode fornecer correntes de 3.3v, 5v e 12v estável e filtrada. Uma fonte ATX nova custa algo em torno de R$ 30,00 (dependendo da cidade) e pode ser uma alternativa bem viável às fontes de bancada caríssimas que encontramos em lojas especializadas. Claro que devemos ficar atentos às suas limitações.

Essa é uma fonte ATX transformada em fonte de bancada

Porém, caso você tenha uma fonte velha aí e que está prestes a jogar fora, veja o que pode retirar dela:

  • Ventoinha;
  • Chave de seleção (aquela 100/240 que vem atrás da fonte);
  • Fios e conectores diversos que podem ser reaproveitados em seus projetos;
  • Dissipadores de calor;
  • Reguladores de tensão (caso ainda estejam em bom estado, e geralmente estão);
  • Capacitores cerâmicos (os eletrolíticos geralmente estão ruins após um bom tempo de uso);

 

Baterias de Notebook

Para as baterias de notebook damos um tratamento diferente, pois diferente mente do que as pessoas pesam entre  60% e 70% das baterias de notebook elas continuam funcionando perfeitamente, o que acontece e que o controlador de carga e danificado.

Com isso temos uma serie de experimentos que e possível viabilizar.

Por exemplo:

É possível que a queda de desempenho da bateria tenha sido um dos fatores que te motivaram a trocar seu antigo notebook por um novo. Mas você sabia que, mesmo não tendo a autonomia de antes, o componente pode ser reaproveitado em finalidades nobres, como prover iluminação em moradias de famílias carentes?Bateria de laptop

A afirmação vem da IBM Research. Em um estudo realizado em Bangalore, Índia, os pesquisadores da organização constataram que, no mínimo, 70% das baterias de laptops descartados podem armazenar carga suficiente para alimentar uma lâmpada de LED por, pelo menos, quatro horas diárias durante um ano.

Em combinação com outros equipamentos, como painéis de energia solar e baterias recarregáveis, a energia obtida poderia aumentar a quantidade de horas de iluminação ou mesmo ser utilizada para outros fins.

Para comprovar sua teoria, os pesquisadores da IBM uniram esforços com uma empresa de pesquisa chamada RadioStudio. Juntos, eles recolheram baterias de laptops descartados, removeram as células de armazenamento de cada uma delas, selecionaram aquelas em bom estado de conservação e, finalmente, as recombinaram.

Iluminação com LEDAs baterias recondicionadas oriundas deste processo foram complementadas com circuitos para recarga e proteção contra superaquecimento. Posteriormente, foram distribuídas a cinco moradores de favelas em Bangalore.

Estas pessoas utilizaram as baterias para a finalidade proposta, iluminação, durante três meses. Os resultados agradaram tanto que elas chegaram a sugerir aos pesquisadores da IBM lâmpadas mais fortes e até fios resistentes a mordidas de ratos. Estes e outros recursos fazem parte de uma nova rodada de testes.

A IBM explica que não tem intenção de tratar a ideia como um produto comercial. A pesquisa possui, unicamente, finalidades sociais. Além de trazer um pouco mais de conforto e segurança a famílias que vivem em áreas com infraestrutura precária, a iniciativa se mostra amigável ao meio ambiente.

Só nos Estados Unidos, 50 milhões de laptops são descartados anualmente. Todos os componentes destes equipamentos podem causar sérios problemas ambientais. Mas, por conta de sua composição química, as baterias são os itens mais perigosos em relação a este aspecto, razão pela qual o seu reaproveitamento é sempre muito bem-vindo.

Fonte: https://tecnoblog.net/170762/ibm-baterias-lampada-led/ 

Contudo pessoal este um a mera contribuição da Tecsystem Informática  para combater o descarte indevido, destes matérias. sedo que á uma ampla gama de reaproveitamento desta matéria prima.

Obrigado e Uma ótima semana.

Paulo Pereira